Conexão mágica ou acaso programado

Por Flávio Tobler *

Se você chegou até aqui já houve uma conexão, uma ligação ou união entre o que escrevo e o que está sendo acessado nesse momento pelo seu computador, smatphone, tablet, Ipod etc. Foi esse processo movido pela sua curiosidade, interesse ou algo maior, que permitiu realizar essa tremenda conexão, a internet. Por mais que se tenha inventado meios de comunicações no passado, nenhuma mantem como ela tamanha ligação entre pessoas e máquinas. Essa teia global veio pra ficar e mostrar como nossa mente necessita de informações para o constante processo de aprendizagem.

Mais esse é um mundo em que as necessidades são mais pessoais e não coletivas (efeito do capitalismo selvagem). Cada um absorve ou procura por aquilo que sacia momentaneamente o seu próprio interesse. Essa busca movimenta grande contingente de pessoas, conectados através do Facebook, Messenger, wathzap, imo etc. isso revela que as conexões exercem uma magia que muitos nem sequer percebem, e ai usam o termo “viciado” para justificarem sua impossibilidade de desconectarem desse mundo virtual e mágico.

Se alguém que viveu há 100 anos pudesse viajar no tempo e chegar ao atual século, diria que existe bruxaria, feitiçaria em boa parte do que usamos nesse mundo tecnológico de hoje. Da mesma forma, julgamos certos conhecimentos e acontecimentos descritos, mostrados por muitos na atualidade, como mero fruto do delírio, da imaginação e fantasia. Esquecemos que nossa percepção contemporânea é reducionista ao mundo que conhecemos e fomos ensinados a perceber. Ninguém nunca tentou ensinar álgebra ou se comunicar com as formigas, porque a nosso ver o seu mundo vive outros paradigmas, mesmo que elas nos surpreendam quando se movimentam em grande quantidade anunciando uma chuva logo mais. Apesar de usamos nossos satélites para realizar previsões de tempo que nem sempre se cumprem. Alguns até justificam essas proezas da natureza como mero instinto. Veja o caso dos cães que quando estão com o estomago doendo comem capim para o seu alívio. Não foram à escola, não tiveram ensinamentos, mais detém como muitos outros animais uma sabedoria que nos surpreendem.

Já refletiu que o nosso materialismo nos torna às vezes imperceptível para o mundo mágico que nos cerca. Isso acontece à medida que esse capitalismo cruel nos convida a mergulhar num planeta cheio de disputas, individualismo e luta pela sobrevivência.  Onde o stress, o cansaço e a corrida do dia a dia nos impedem de maiores reflexões. Essa “guerra” camuflada faz com que a sociedade se torne cada vez mais fruto de um sistema terrível, deixando as pessoas míopes para um mundo que sempre foi mágico e continuará sendo.

Quando se investiga os relatos do passado, percebemos uma infinidade de acontecimentos surpreendentes vividos por pessoas, povoados, cidades etc. É só acessar livros sagrados e encontrará fatos extraordinários que muitos hoje descartam achando que seus protagonistas não tinham conhecimentos científicos adequados para explicarem certas manifestações. Esse reducionismo usado pela lógica do materialismo científico leva em muitos casos parte da humanidade a perder suas conexões com o sagrado, divino, sobrenatural, mágico e encantado. Mesmo acontecendo tudo isso, perceba que você se deslumbra numa feira tecnológica. Onde  a magia de produtos de ultima geração é fascinante. Como comandar e vigiar sua casa a distancia, de falar com pessoas de outras línguas com um tradutor simultâneo acoplado ao seu ouvido. De compartilhar textos, imagens e vídeos com parentes e amigos que estão do outro lado do mundo. Tudo isso e muito mais nos impede às vezes de não perceber quantas noites de sono foram perdidas para encontrar soluções mágicas para a humanidade, seja nas curas e tratamentos da medicina, e de outras ciências. Fomos “encantados” pela insensibilidade de tamanha proeza. Talvez porque muitos só conseguem olhar para o seu próprio umbigo. Não percebem que a sua visão pela “fechadura” os tornam cegos de verem uma larga janela ou porta ao horizonte cósmico da vida. Infinitas possibilidades de realidades maiores a serem descortinadas.

Mais há uma crescente forma de sinais em curso no planeta Terra. Fontes diversificadas estão chegando através de mensagens, livros, visões, canalizações, filmes, imagens etc. que indicam algo maior a ser observado. Pessoas de diferentes nacionalidades, crenças religiosas ou nível cultural tem servido de canal para realidades maiores. Não quero entrar aqui em discursões sobre os charlatões, picaretas etc. porque o tempo é o remédio para os doutrinados e iludidos e um veneno para os enganadores. Gradativamente você aprende a filtrar informações válidas que te ajudam a ser melhor que antes. Se o conhecimento favorece para sua mudança interior, se amplia teu horizonte cósmico, então esse é o caminho da boa colheita. Não importa se a safra vai ser grande, o mais importante é que durante nossa jornada terrena sejamos saciados no curso da vida com o alimento que fortaleça o corpo e espirito, para não nos deixarem fracos e vulneráveis aos desafios que o mundo oferece.

Dando continuidade ao tema trabalhado no ensaio anterior, sinais: uma experiência pessoal, venho aqui relatar fatos estranhos observados e registrados por mim. Não sou guru nem tão pouco um fanático religioso. Seitas não fazem meu tipo, muito menos transformar a ufologia numa corrente doutrinária. Mais também o tempo e a pesquisa me ensinou que só o materialismo puramente científico colabora muitas vezes a não dar um passo à frente. Mesmo sabendo dos riscos que a caminhada oferece. Só aprendemos a andar de fato quando criança depois de muitas quedas e tombos. E vejo que na ufologia estamos nos primeiros anos a descobrir o que está além do nosso “berço” chamado Terra.

O que tenho presenciado além das pesquisas de campo nesse tema tão intrigante, são registros e observações fora do comum. Parece indicar uma sutil forma de comunicação daquilo que buscamos compreender nesse cenário de mistérios, lendas e magia. A ufologia é tudo isso e muito mais, porque ultrapassa o tempo e espaço que conhecemos. Desafia nossa lógica e nossas leis em um mundo tridimensional. Coloca abaixo conceitos construídos pelos cientistas. Muitos ortodoxos que movidos às vezes pelo ego, não ousam a viver experiências além das paredes laboratoriais e dos conhecimentos adquiridos nos livros e universidades cátedras. Há um novo ramo da ciência em curso, que deve revolucionar nossa visão de mundo e descortinar “segredos”. A física quântica veio pra ficar, e cada dia se aprofunda em novos conhecimentos. Embora muitas perguntas continuem sem respostas, pequenos passos indicam um rumo, uma direção.

O paradigma quântico começa a romper esse lacre. O “ceu” se abre para novas ideias e conceitos. Vivemos essa transição, e como toda, tem sua fase de adaptação. Estamos abertos, mais conscientes para essa revolução. Somos parte do todo, e como borboletas, saímos há pouco tempo do casulo. O nosso voo na história é recente, mais isso nos faz pensar que podemos ir muito mais além do jardim terreno, alcançando novos horizontes e compreensão do mundo que nos cerca. A multidimensionalidade se faz presente para os “abertos” em sintonia. Cabe cada um encontrar o canal para infinitas possibilidades de uma realidade que é mais nossa do que coletiva. Chegará o tempo em que as grandes massas populares saberão sintonizar harmonicamente a faixa vibratória  de sua evolução. Então não precisaremos nos comportar como “onda ou partícula”, porque iremos transcender par um mundo de incontáveis conexões.

As imagens contidas aqui podem não representar nada para muitos. Porque no cenário da ufologia estas servem muitas vezes para estimular o descredito nesse tema tão intrigante. A fenomenologia abrange muito mais do que o físico, o material. Uma boa parcela da população acha que sempre está ligada aos extraterrestres. E não é bem assim. O tema é inquietante e pode assumir dimensões acima do que sonhamos imaginar. Quando artefatos desconhecidos brincam com contemporâneas leis da física, indica que nossa percepção tridimensional exige um esforço além de nossas concepções do real para entendê-lo. Então partimos para modelos e princípios teóricos que se aproxime de respostas. Podemos especular serem de dimensões paralelas (ultraterrestres e outros), de energias, inteligências e hierarquias maiores. De experimentos secretos de governos que dominam já uma tecnologia que não temos acesso. De civilizações que alcançaram no passado níveis de desenvolvimento e que migraram para “bolsões” subterrâneos ou profundezas dos oceanos. De fenômenos ainda não compreendidos da natureza etc. buscar respostas imediatas é um pequeno pulo para o mundo, mais analisar dados e se aprofundar no que os cientistas e pesquisadores têm produzido ao longo dos anos será um grande salto para a humanidade. Mais tudo se fará entendido, quando o contexto da nossa sociedade mudar de competitivo e bélico para harmônico e solidário. Existe uma sabedoria por trás das leis cósmicas que rege com maestria o universo. Fique certo que esse mundo tem governante. Embora nos deixe a vontade a encontrar nosso caminho, efeitos serão percebidos pelos erros ou acertos em nossa evolução.

Segundo conceito vigente em nossa sociedade, Pareidolia é um fenômeno psicológico comum em todos os seres humanos, conhecido por fazer as pessoas reconhecerem imagens de rostos humanos ou animais em objetos, sombras, formações de luzes e em qualquer outro estímulo visual aleatório. Isso vale para lembrar que estou ciente dessas explicações quando você for julgar meus registros.

Mesmo sendo mais comum a pareidolia de imagens, este fenômeno também engloba os sons, fazendo com que uma sequência de ruídos seja interpretada como palavras ou frases com algum significado para o ouvinte. Percebemos que sempre haverá meios criados para justificarem o que de fato se passa em nossa realidade. Lembre-se das velhas explicações para as ocorrências ufológicas onde alegavam que seus protagonistas tinham de fato vistos o Planeta Vênus ou balão meteorológico. Que outros estavam sendo influenciados por histeria coletiva ou algo parecido. O tempo se encarregou para que muitos desses eventos fossem registrados por equipamentos eletrônicos e maquinas fotográfica. Provando que a fenomenologia ufológica não e fruto de ilusão da nossa retina. Mesmo que um percentual de 10% mereça credibilidade, diante de milhões de ocorrências é algo bastante significativo.

Dos anos de pesquisas de campo que desenvolvemos em algumas regiões do Piauí e Maranhão, adquirimos algumas práticas habituais nas vigílias. Entre elas a identificação dos satélites artificiais entre as 18 e 20 horas. Período de maior visualização em decorrência da luminosidade refletida do Sol nos painéis solares e estruturas dos mesmos. Quanto mais tempo decorrente após esse horário, maior a chance de ser algo com brilho próprio e merecendo atenção. Sem falar nos meteoritos ou detritos incinerados em nossa atmosfera, que fazem seu show a parte. Tem-se observado também algumas manifestações ufológicas que se utilizam desses primeiros horários noturnos talvez para confundir quem esteja aqui embaixo. Não dando atenção devida e acabem sendo pego de surpresa.

Outros fatos muitas vezes presenciados pelo grupo e depois das 23 horas é o que imaginamos serem acionamentos dos retrofoguetes de um satélite geoestacionário que fica bem no centro do espaço celeste nordestino. São piscadas muito fortes e que depois de um tempo vão se esvanecendo até sumir. Nessa perspectiva temos apenas esses dois modelos de artefatos terrestres feito pelo homem. Os  que estão parados ou movimentando-se em média 28.000 km/hora. Quanto mais baixo, mais veloz para vencer as forças gravitacionais do nosso Planeta. Dependendo de sua orbita, cedo ou tarde serão atraídos e aniquilados na reentrada de nossa atmosfera.

Saindo desses modelos observáveis nas noites de vigílias, e também descartando os aviões que cruzam pelas suas rotas de viagens, o que for diferente merece um foco maior. Vale apena observar se sua trajetória segue um movimento retilíneo uniforme, ou se faz parada ou movimentos bruscos. Estando ciente que em cima de “nossas cabeças” tem muita coisa oculta da população. Projetos e experimentos secretos de governos são lançados constantemente. Muitos servindo da espionagem a coisas que tão cedo não saberemos. Perceba que fica claro uma observação de valor quando utilizamos estas possibilidades de identificação e descartamos aquilo que de imediato havia nos impressionado.

Mais há certos fatos que carregam muito mais que uma imagem. Parece haver uma magia, um simbolismo, uma mensagem embutida. Uma conexão mágica entre o observador e o que é observável. Esqueça as explicações simplistas e cientificas que muitos demonstram em suas justificativas para fatos e fenômenos da natureza. Existem certos acontecimentos que por mais que a ciência julgue descortinar o “véu” conceitual para o fenômeno, sabemos o que vivenciamos realmente. Muito além da tridimensionalidade de um mundo que nos foi obrigado desde pequeno a não perceber. Nossas conexões vão sendo rompidas à medida que o materialismo começa a fazer parte da nossa historia. Famílias programam seus filhos desde cedo para a competição capitalista que nos aguarda. Então o individualismo chega cedo ou tarde. Quebram-se encantos divinos, rompem-se pontes com um mundo superior e barreiras nos impedem de ver o horizonte fantástico que estávamos acostumados a ver, mesmo sem entender devido a nossa imaturidade.

Muitas vezes se faz necessário estes comentários porque outros vivem ou viveram casos parecidos. Serve como recado ou talvez uma nova conexão que se vai fazendo entre esses. Às vezes o que se posta é uma ponte que faltava para muitos. Mais a grande maioria que tem acesso a tudo isso entenderá pela ótica do materialismo, do fantasioso, do delirante. Queira ou não, o principio da decodificação está intimamente ligado com a conexão daquilo que se busca entender. Nem sempre vem de forma clara e explicável. Imagine que não faria sentido um professor entregar para o aluno uma prova respondida. Cabe a cada um encontrar seus métodos e habilidades na compreensão dos fatos. O que vemos dentro da ufologia é muita gente buscando resposta pelos outros. Pouquíssimos se aventuram na investigação, e a grande maioria que tem acesso aos materiais publicados é movida pelo sentimento de encontrar algo para desacreditar a visão dos outros. Percebemos isso quando muitos são taxados como loucos e perturbados. Quando na realidade seus depoimentos escondem algo muito mais profundo do que se imagina. Em certos casos, informações valiosas são passadas para pessoas simples e que desprovidas de uma bagagem intelectual levam um tempo para organizar as ideias. Talvez essas “escolhas” possuam um proposito maior daquilo que imaginamos, e às vezes, movidas pela convicção de que deve logo espalhar essas mensagens, acabam sendo prejudicada na forma estrutural do conteúdo direcionado a população. Não generalizo todos os casos, existem muitos em que o “recado” é muito bem dado e de forma simples e direta. Mais nossa humanidade coloca maior credito naquilo que venha acompanhado de efeitos extraordinários, porque só assim a mensagem tem mais respaldo. Isso me lembra da passagem de Cristo na Terra, quando era desafiado constantemente a mostrar seus milagres para que pudessem nele acreditar. E fez tantos para provar que seu poder não se resumia as suas palavras.

Na ufologia, parte da população ainda não entendeu que o valor testemunhal de uma pessoal envolvida nesse fenômeno, merece muito mais credito do que uma imagem supostamente extraordinária. O depoimento oral carrega detalhes muito mais profundos do que explorados numa entrevista formal. A imagem pode até valer mais que mil palavras como diz o ditado popular, mais mil palavras serão poucas pra dizer o sentido enigmático do contato vivido. Existe uma serie de informações embutidas nos avistamentos e que a própria testemunha desconhece. Talvez agora você comece a entender porque o trabalho da UPUPI( União de Pesquisas Ufológicas do Piauí) se baseia nesse acervo testemunhal de relatos. Eles são uma fonte a serem estudadas no curso da historia. Uma serie de detalhes que serão descortinados ao longo da linha do tempo. Para muitos, os relatos deixam a desejar. Para poucos o valor da fenomenologia vivida por essas pessoas escondem segredos. Se começar a decodifica-lo seja bem vindo.

As imagens exibidas no final do texto foram registradas em 2016 e 2017. Como pesquisador, adquiri o hábito de fazer tomadas do horizonte e do espaço a minha volta. Quando se trabalha com essa fenomenologia se descobre que nosso olhar não percebe tudo a nossa frente. Nosso cérebro confunde ou descarta pequenos detalhes, e em muitos casos talvez exista um proposito ou tecnologia maior para que não enxerguemos aquilo que seria desconcertante ao nosso entendimento. Acredito que uma imagem simboliza um longo texto que será analisado posteriormente. Em muitos casos, descobri que elas estão na forma inversa, então foi preciso para visualiza-las a transformação do registro feito em negativo.  Alguns podem até pensar, não seria mais prático “escancarar”  aquilo que se quer dizer. Mais eu digo que isso é a forma com que pensamos não de outras inteligências. Se isso é fruto da minha imaginação, pode ser, ou não ser. O certo é que em muitos registros senti a vontade de obter a imagem daquela paisagem. Talvez meu inconsciente estivesse sincronizado com algum evento natural ou outro fenômeno qualquer. Quem sabe a natureza em sua sábia evolução tenha pregado uma peça. É uma possibilidade. Pode até ser que o acaso seja programado para tais acontecimentos (veja conceitos mais profundo na net). Se você acredita em coincidências, tudo bem é um direito seu. Mais não podemos negar que ela mesma obedece a um sincronismo de eventos. Já imaginou como é difícil registrar estes artefatos desconhecidos e que por muita sorte as pessoas estavam no lugar e hora certa. Agora pense bem quando apenas uma imagem aparece algo diferente entre tantas outras naquele instante e lugar escolhido. A coisa se torna ainda mais rara. Se tudo isso tem um proposito pra você, parabéns! Que sirva de inspiração na sua busca por mais provas. Se não precisa mais dessas imagens, melhor ainda, já houve a conexão. Agora se nada do que está escrito, ou dos registros aqui expostos servirão de inspiração no entendimento de “algo” maior convivendo conosco há tanto tempo, esqueça tudo que leu e viu. Procure outros caminhos, outros ideais e propósitos. E como disse o grande Raul Seixas antes de ler o livro que o guru lhe deu, você tem que escrever o seu. Logica e razão são coisas da terra. Eu divido as coisas da terra, coisas do universo e coisas da coisa. E as coisas da coisa, minha filha, essas é que são o negócio, entende? Quem é que pode explicá-las?

Quinta-feira, ‎21‎ de ‎abril‎ de ‎2016, ‏‎12h06min em Senador Alexandre Costa-MA.

Uma forma esbranquiçada apareceu ao fundo desse vale. Fonte: Flávio Tobler

Quinta-feira, ‎25‎ de ‎agosto‎ de ‎2016, ‏‎10h32min em Senador Alexandre Costa-MA.

Forma esférica aparece ao alto e do lado esquerdo da torre. Fonte: Flávio Tobler

Sexta-feira, ‎26‎ de ‎fevereiro‎ de ‎2016, ‏‎08h14min em Senador Alexandre Costa-MA.

Algo desconhecido cruza o horizonte numa certa velocidade. Fonte: Flávio Tobler

Quinta-feira, ‎14‎ de ‎setembro‎ de ‎2017, ‏‎09h37min em Senador Alexandre Costa-MA.

Pontos luminosos numa formação circular. Fonte: Flávio Tobler

Domingo, ‎27‎ de ‎agosto‎ de ‎2017, ‏‎09h12min. Prox. entrada para Santa Rosa- Eugênio Barros-MA.

Suposto registro de um objeto desconhecido. Fonte: Flávio Tobler

Quarta-feira, ‎23‎ de ‎agosto‎ de ‎2017, ‏‎10h53min em Senador Alexandre Costa-MA.

Suposto registro num dia de céu limpo e sem nuvens. Fonte: Flávio Tobler

Sexta-feira, ‎15‎ de ‎setembro‎ de ‎2017, ‏‎08h30min em Senador Alexandre Costa-MA.

Suposto registro de uma forma  alongada. Fonte: Flávio Tobler

Registros em 02/11/17, as ‏‎16h33min. Em 21‎/09/17, as ‏‎12h04min. Em 19‎/10/17, ‏‎às 15h12min. Timon-MA.

  Algumas imagens representando tipologia de seres. Duas na forma inversa (negativo). Fonte: Flavio Tobler.

‎Sábado, ‎14‎ de ‎outubro‎ de ‎2017, ‏‎17h30min em  Timon-MA.

Registro de um suposto objeto ao fundo.  Fonte: Flávio Tobler

Quinta-feira, ‎8‎ de ‎dezembro‎ de ‎2016, ‏‎09h:03min em Santuário do Castelete- Altos/Piauí.

O mesmo cenário no ano anterior ao registro. Fonte: Flávio Tobler

Sexta-feira, ‎8‎ de ‎dezembro‎ de ‎2017, ‏‎08h55min em Santuário do Castelete- Altos/Piauí.

Forma desconhecida e radiante aparece ao fundo e atrás dessa árvore. Fonte: Flavio Tobler

Santuário do Castelete- Altos/Piaui. Ampliação e negativo da suposta imagem. Fonte: Flavio Tobler


* Flávio Tobler é Técnico eletrônico, geógrafo especialista e Professor. Pesquisador do grupo UPUPI.

Texto e imagens: Flávio Tobler

Ilustração de capa: Internet
Contato: flaviotobler@hotmail.com
Timon, 30 de Dezembro de 2017
www.upupi.com.br


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